---------------------------------.
UM SOPRO IMPOSSÍVEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEL
!
!
!
!
!
!
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
IMPOSSÍ
- Assomados. Os verdadeiros reis da noite sem face cuja existência abstracto-sistemática desafia as leis da poética, erguem-se.
Imprevisíveis na sua beleza negra ante o sangue invisível que escorre das sarjetas
Deste mundo.
Que tanto odeio por já nada ter para me oferecer.
Oh
Eles estão aqui… este crescendo silencioso… não se sentirá a reverberação?
Perdemos tudo quando tentamos decifrar a loucura da racionalidade e os invocámos.
Nada se reflectiu na nossa mão de prata.
Nada foi o que sonhamos.
A sensação de sabermos que aquilo que pensamos que nos transcende e por isso o percebemos, mas na verdade NOS TRANSCENDE MESMO.
A realidade impossível da loucura. Nós vimo-la. Ri-me até os dentes caírem em cascatas de vinho cheio de mosto. Todos. E a garganta, nesse espasmo incontrolado, espremeu sangue das minhas cordas vocais enegrecidas, uma música gorgolejante, enquanto eles vinham, e nos subjugavam.
Salve, reis e rainhas de outras eras futuras. Quem somos nós. Porque nos matais, quando apenas procuramos respostas. Todos morrerão como nós? Este segredo é grande, é segredo demais para nunca ser decifrado. Temos medo. Eu sei que essa faca que me corre pela artéria esquerda e me faz sono, enquanto morro à tua face, segundo.
Não pode ser real, como eu sei que ela o é. É preciso
É preciso avisar as pessoas! É preciso avisar depois deste nosso bruxedo, que vocês só existem se acreditarmos em vocês, pessoas, ouç
Ao contacto da memória. À imperceptibilidade gasta pelas noites de deboche insano em telas, em folhas brancas desenhadas em código, palavras em forma de lâmina.
Eu vi

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home