sexta-feira, janeiro 07, 2005

Vergonha.

Vergonha
Ainda
Talvez
O que tenho sentido em relação a
Nós
Quando
Tu
me perguntas sem perguntar Quem sou eu
e eu só consigo sentir
Saudade.
è vergonha
Quem diria que ela um dia
Me iria fazer amar sem palavras
a tua bioquímica
Electricidade.



Vergonha é
Aquela melodia em jeito de verdade irrepreensível
Que me faz sorrir.
A felicidade estúpida que
Agora
Sinto
Que me faz ficar silencioso
depois do estupor
de um beijo magnetizado à minha saliva
que é o teu
Ondas na minha boca
Vergonha em assumir a vaga
Vergonha quando te despir e beijar
a tua pele branca e
Algo maculada.



Vergonha é o medo deste silêncio, que já sinto
- Com a calma dos profetas cheios de
Charme -
Calmo
Ante a absolutamente neutra
leitura
De mais esta confissão
Conceptualizada
Por magrévias de veludo vermelho e negro
ante um suspiro
Quase em segredo
teu.




Vergonha
É trair-te
com o meu sonho de ti mesma.







Para C.
Ao som de Smashing Pumpkins, Adore, nona música.

21/36/07/01/05






1 Comments:

At 10 de janeiro de 2005 às 18:22, Blogger m said...

Pumpkins é o que há. Ou era.

 

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