Eles navegam, eles
galopam por entre e na direcção de mim
furiosos
estes cavalosnos meus sonhos…Em
crescendo.
Passam como meteoros negros
e cinzentos no fundo
azul
que eu não compreendo
Avançam, correm resfolegando
animais
Mas tão humanos
Ultrapassam o recorde de velocidade
Na imensidão de todo
o fascínio
Vêm em direcção a mim ainda.
Saltam os obstáculos tornando as crinas
e as caudas
As caudas de si mesmos - cometas
Ou raios de fachos negros
Vão inundar-me
São milhares
Correm pela areia e
parece que saem do mar como ondas
Tão, tão furiosas
euSó consigo observar
fascinado
Este animal indomado
Força absoluta da natureza
Uma
Onda
Que me vai apagar da face da terra.
Cavalos nos meus sonhos
São tão incríveis quanto misteriosos
Quanto
assassinos
De negro e cinzento
É tão belo
o espectáculo
O sonho indomável
Que me vai matar.
Os cavalos inundam-me
Expludo em prazer e
Terror
Antes de acordar .
João. 22/23/09/04
nariz empinado
o nosso blog, João e Pedro, numa viagem calma, e tão alucinante às nossas próprias psiques. prosa desesperada e poesia angustiante. beleza permanente.

1 Comments:
tenho uma coisa a dizer...a razaão porque os meus posts se repetem às vezes (penso que já é a terceira vez que acontece), deve-se ao facto de eels supostamente serem aapgados e desaparecerem misteriosamente durante horas no blog, o que me faz pensar que o post não foi feito com sucesso. mass que sei eu. desculpem estas repetiões, para a próxima tentarei ter mais cuidado.
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