sexta-feira, setembro 17, 2004

passado / incerteza / futuro. 17/09/04

As fotografias sucedem-se a um ritmo
desordenado
O marasmo dos instrumentos deposita-se
na poeira
Interestelar do quarto. No meio
Uma mulher dança furiosamente
É a forma estranha de ela rezar ao fim dos dias.



Leva o tempo que quiseres.
Não stresses quando o eclipse passar por ti
se não o vires, e ele sem te ver
Diz só
por entre todo este Sol
Tudo o que queremos ouvir da tua vida desinteressante.



Espera.
Eles não te amam como eu te amo
Não sei se podes dizer o mesmo
pois já há muito tempo que tento permanecer lúcido.
Acredita.
Eles não te amam como eu te amo.
Espera.
Fala comigo ao longe
sem eu te ouvir.



Nesta essência de confusão toda
Sem um mapa nunca sairemos daqui.

5 Comments:

At 17 de setembro de 2004 às 18:30, Blogger Navalha said...

o poema não ficou bem porque tinha umas quebras no papel, que fiz aqui, mas que no blog não aparecem. é pena. odeio ver poemas meus mutilados, dessa maneira. mas hoje parece que nem sequer me importa muito.

 
At 18 de setembro de 2004 às 00:59, Anonymous Anónimo said...

João, que horas tens? o comboio está a partir...é tempo de partir...

 
At 19 de setembro de 2004 às 16:04, Blogger Navalha said...

quem conhece a música maps, dos yeah yeah yeahs, apercebe-se logo da inspiração óbvia. logo, o poema faz mais sentido ouvido ao som dessa mesma música. foi, aliás, feito de propósito para a música.

 
At 25 de setembro de 2004 às 21:14, Anonymous Anónimo said...

JOAOOOOOOOO!!! epah obrigado por me dares a conhecer essa bela banda k são os yeah yeah yeahs k eu ADORO! xD Tipo venero.os mesmo... a gaja tem orgasmos a cantar como tu próprio dizes :D hehehe
sapa, a deusa k regressa a terra :x

 
At 20 de novembro de 2009 às 19:23, Anonymous Anónimo said...

Por que nao:)

 

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