este texto não tem parágrafos. mas a culpa é da porra do blog. este será o título.
Passaram-se vários dias sem escrever, mas nem por isso nos sentimos mais velhos, menos humanos. Digamos…: temos sentido saudades de tudo. E de todos. Eu, pelo menos…e uma febre, que sobe e desce, aparece / desaparece. Tem existido em mim há quatro dias. Não é triste…eu ando amputado. Olha par a folha de papel, a amada, a inimiga, a suicida. Nada. Escrever. As palavras formam-se sempre na minha mente, mas novamente estou a passar por aquele sentimento de que já disse quase tudo o que tinha a dizer. Nada…puramente mais ridículo.Meu deus tenho tido tantas saudades de tudo. De ti e de escrever, e de viver, e de ser útil. Talvez do meu passado eu para lhe dar um par de tabefes, e abraça-lo por um trabalho bem feito. Por outro lado. A música millionaire da kellys, é muito boa.Tentemos de novo: pôr sempre poemas aqui não servirá de muito. E os meus dias têm sido a mesma rotina que tem a palavra anti-clímax espalhada como luz banhada numa janela à tarde. Digo: isto não pode ser belo, não. Acreditem. Não existe beleza nenhuma nas férias. Eu…queria viver mais, estes meus últimos dias. Estou na porra deste limbo há incontáveis dias. E procurar-te, porque não, sabendo com o gozo de antecedência que posso de facto encontrar-te, no fim do meu dia para torná-lo melhor: estes heróis, estes heróis da vida decadentes de Verão.E é também escrever. Sento-me aqui e custa-me fazer alguma coisa. Não por falta de gozo, jeito. Falta de…falta de ausência de comodismo.Não. Quero explicar. E poderemos fugir tanto uns dos outros. A guerra pode-se negar tantas vezes, podemos perder-nos tantas vezes. Fui hoje sair, como faço sempre: a rotina também tem sido absolutamente incrível…não, não é estranha, senão não seria rotineira; porque acordo de manhã, mas tarde; porque me arrasto pela casa até ao almoço, me visto vagarosamente, e vou sair para Lisboa fazer o que quer que tenha que fazer: tomar café, conversar com amigos cujas conversas oh, já eu conheço tão bem. Voltar. Desesperar ante a folha de papel com um sorriso. Sentir a febre, a cabeça que lateja. Não estou a morrer, afinal. Não me importa muito nada.E as aulas, que não começam.

1 Comments:
este post n tem comentarios por isso eu comento hihih aweeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!! nem li isto. xD~~* sapaa!
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